sábado, 25 de outubro de 2008





"Sinta o valor das coisas não no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem e permanecem".

sábado, 11 de outubro de 2008

Papel em Branco...



Já era quase manhã...
sob a mesa um papel em branco
e a caneta já quase sem tinta, implorava por
algumas frases que pudessem esclarecer o que sentia.


Mas o silêncio da madrugada a afligia
o turbilhão de sentimentos a confundia
o que fazer diante do impasse, que nome daria ao que se sentia?


Uma vez ou outra tentava...
mas o silêcio da madrugada vazia, a atormentava
e sob a mesa o papel em branco, permanecia.


Dentro de si a ansia de mudar o nada
e em tudo o transformar...
Mas a madrugada não a deixava
e o vazio a afugentava.


Até que a manhã surgia...
e sob a mesa o papel em branco permanecia...
Sem nenhuma inspiração.


Autoria
Luciane Castro

domingo, 27 de janeiro de 2008

Eternamente o teu amor

No teu olhar
Sinto que brilha o desejo
O que é eterno Que me aquece no frio de todo inverno
E me ensina o que é amar e ser amado No teu olhar Sinto a magia de quem ama de verdade
A poesia de um sol de fim de tarde Um sorriso mais sincero e apaixonado
Você encheu de luz a minha vida
Você enfeitiçou meu coração
Você é a magia perfeita
Minha fonte de carinho
Poção mágica de uma paixão
Eternamente o teu amor
Foi sempre tudo o que eu queria
Eternamente o teu amor
É puro sonho é magia
Eternamente o teu amor
Foi sempre tudo o que eu queria
Eternamente o teu amorÉ puro sonho é magiaVocê encheu de luz a minha vidaVocê enfeitiçou meu coração Você é a magia perfeita
Minha fonte de carinho Poção mágica de uma paixão
Eternamente o teu amor
Foi sempre tudo o que eu queriaEternamente o teu amorÉ puro sonho é magia


João Bosco e Vinicius

sábado, 6 de outubro de 2007

Metade



Vou te deixar partir... Mesmo que eu meu coração implore que fique!
Já que queres te deixarei... Mesmo que o meu coração sangre ao te ver partir...
Mas saiba que meus dias perderão a cor e os sentidos. E minha existência não passará de uma ponta no universo perdida. Onde não se alcança, onde não se pode ver.
Deixarei-te partir, porque sinto que queres... Que é o teu desejo...
Mas saiba, há de levar contigo minha alegria. E serei apenas metade.
Metade de alguém que conheceu a felicidade, e a viu partir.
Metade de alguém que teve o brilho do sol em seus dias, e agora mergulha em uma profunda escuridão.
Metade de alguém que teve em sua vida um belo jardim e o perfume das rosas, e agora restaram algumas flores secas, e seu jardim, já não é tão belo como antes.
Metade de alguém que um dia, teve a musica em sua vida, todos os dias, todas as manhas, e agora não há nada, além de um silencio doloroso.
Metade de alguém que teve suas noites cheias de amor, e um céu cheinho de estrelas, além da lua por testemunha, e agora... O que restou?!
Apenas o desejo de que mude de idéia e não queira mais partir...
De que entenda, que há em mim, um amor sub-humano... E que com você, iria até o fim do mundo se preciso fosse...
De que ouça, o que o meu coração diz, implorando que não se vá...
Fique! Mas desta vez, fique por inteiro... E não pela metade.
{Nane Castro}06/10/2007

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Felicidade



És precária e veloz, Felicidade.
Custas a vir e, quando vens, não te demoras.
Foste tu que ensinaste aos homens que havia tempo,
e, para te medir, se inventaram as horas.

Felicidade, és coisa estranha e dolorosa:
Fizeste para sempre a vida ficar triste:
Porque um dia se vê que as horas todas passam,
e um tempo despovoado e profundo, persiste.


Cecília Meireles

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Fotografia



''Quando vemos o que pode ser expresso pela foto,
nos damos conta de que tudo
aquilo não pode mais ser
preocupação da pintura...
Por que o artista insistiria em realizar aquilo que, com a
ajuda da objetiva, pode ser tão bem feito?
Seria uma loucura, não? A fotografia chegou na hora certa
para liberar a pintura de qualquer literatura, anedota e
arte do tema. Em todo caso, um certo aspecto do tema
pertence, daqui por diante, ao campo da fotografia...
Não deveriam os pintores aproveitar sua liberdade reconquistada para fazer outra coisa? Seria muito curioso fixar fotograficamente, não as etapas de um quadro, mas suas metamorfoses. Talvez percebêssemos por quais caminhos o cérebro envereda para a concretização de seus sonhos. Entretanto, é realmente muito curioso observar que, no fundo, o quadro não muda, que a visão inicial permanece quase intacta, apesar das aparências. Muitas vezes vejo uma luz e uma sombra que pus no meu quadro e empenho-me em quebrá-las, acrescentando uma cor que crie um efeito contrário. Quando essa obra é fotografada, percebo que aquilo que havia introduzido para corrigir minha primeira visão desaparece, e que, definitivamente, a imagem dada pela fotografia corresponde a minha primeira visão, antes das transformações trazidas contra minha vontade.''

sábado, 4 de agosto de 2007

Um dia....



"Um dia se lembrarás do meu amor, e então,

lamentarás te-lo perdido."

Nane Castro