
Já era quase manhã...
sob a mesa um papel em branco
e a caneta já quase sem tinta, implorava por
algumas frases que pudessem esclarecer o que sentia.
sob a mesa um papel em branco
e a caneta já quase sem tinta, implorava por
algumas frases que pudessem esclarecer o que sentia.
Mas o silêncio da madrugada a afligia
o turbilhão de sentimentos a confundia
o que fazer diante do impasse, que nome daria ao que se sentia?
Uma vez ou outra tentava...
mas o silêcio da madrugada vazia, a atormentava
e sob a mesa o papel em branco, permanecia.
Dentro de si a ansia de mudar o nada
e em tudo o transformar...
Mas a madrugada não a deixava
e o vazio a afugentava.
Até que a manhã surgia...
e sob a mesa o papel em branco permanecia...
Sem nenhuma inspiração.
Autoria
Luciane Castro


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